ESTÁDIO
ARENA DAS DUNAS
Planejado no modelo de parceria público-privada, o projeto do novo estádio de futebol da cidade, o Estádio Arena das Dunas, prevê investimento de R$ 300 milhões. O estádio deverá estar concluído até o primeiro semestre de 2013, para atender aos jogos da Copa das Confederações, que irá ocorrer no início do segundo semestre. Após a Copa de 2014, o novo estádio pode ter dois destinos: ser uma herança positiva ou negativa para Natal, caso se transforme em um “elefante branco”. Oprincipal desafio é obter a sustentação econômica do novo estádio, que não pode depender apenas da receita de jogos de futebol, mas sim requer outras fontes de renda, como shows musicais e demais eventos culturais. Ou melhor, o desafio para a construção do estádio é focar dois objetivos: o esportivo (futebolístico) e a promoção de um fluxo de turismo permanente pós-Copa. Para viabilizar o investimento apenas com renda de futebol seria necessário um substancial aumento de público e de renda. Um dos desafios é desenvolver o futebol do Rio Grande do Norte forma a alcançar e manter dois times na elite (série A) do Brasileirão e alcançar uma participação na Copa Libertadores da América.
TERMINAL AUGUSTO SEVERO
Em breve, Natal terá um novo aeroporto (crédito: Rodrigo Reis / Pulsar) ampliar O potencial esportivo de Natal é irregular. Já teve um representante (o América) na elite do Brasileirão, em 2007, mas não durou uma temporada. A condição mais recente é fraca, com dois times na série B do Brasileirão. Estes sequer conseguiram chegar às finais do Estadual de 2009, disputado entre dois times do interior, com público e renda muito baixos.Mas, em 2007, o jogo do América contra o Flamengo, pelo Brasileirão, teve 32 mil pagantes, com renda de R$ 517 mil e ingresso médio de R$ 16 para uma carga de 32.200 ingressos. Ou seja, casa cheia. Contra o Corinthians, foram 17 mil pagantes, renda de R$ 265 mil e ingresso médio de R$ 15. Os números indicam a existência de um potencial, se os times locais estiverem bem posicionados no certame nacional.
ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE
O Rio Grande do Norte conta com oito rodovias federais, que totalizam 1.350 km. É considerada a segunda melhor malha do Nordeste (perdendo apenas para que a BR 101 é o grande referencial, já que é a maior rodovia do Brasil, ligando Touros, no RN a Osório, no RS. Outra rodovia que facilitará turistas regionais é a BR 304, que liga Natal a Fortaleza, passando por Mossoró, a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte. Já a BR 226 liga Natal ao Seridó.
No quesito mobilidade urbana, Natal sofre algumas limitações. Dispõe de um sistema de trem urbano, com 38 km de extensão, onze estações e capacidade para transportar 4 mil passageiros por dia. Apesar dos números a qualidade tem sido considerada insatisfatória.
Outro desafio a enfrentar é o problema do congestionamento: a frota atual de automóveis passa de 260 mil veículos e mais 2.500 são emplacados a cada mês. O sistema de transporte coletivo por ônibus tornou-se obsoleto e não atende às necessidades atuais. Encontra-se em estudo uma licitação para a reestruturação completa do sistema. Outro problema crítico é o estacionamento na via pública, restringindo as faixas de rolamento.
Entre as ações planejadas para melhorar a mobilidade urbana estão o Projeto de Modernização e Expansão do Sistema de Trens Urbanos de Natal; implantação do Eixo de Integração Zona Oeste-Zona Sul; implementação do Sistema de Transporte Rápído de Natal – Fase 1; implantação do corredor turístico cultural; implementação do Sistema de Transporte Rápido de Natal – Fase 2 e melhorias na infraestrutura urbana das cidades que integram a Região Metropolitana.
INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA
O aeroporto internacional da cidade, Augusto Severo, localiza-se no município limítrofe de Parnamirim, região metropolitana de Natal, conta com 6.224 m de pistas para pousos e decolagens e comporta 25 aeronaves, mas já não atende à demanda de 2 milhões de turistas/ano, entre brasileiros e estrangeiros que acorrem à cidade.
Um novo aeroporto está em fase inicial de construção, o Aeroporto Internacional da Grande Natal/São Gonçalo do Amarante, situado no município de mesmo nome, distante 11 km do centro de Natal. Projetado para ser um aeroporto intermodal (passageiros e cargas), o complexo terá a maior pista de pouso do Nordeste e tem a pretensão de ser “o maior terminal da América Latina”.
O complexo, em fase de construção, está incluído no Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal. Como será o maior aeroporto de cargas da América Latina, está sendo criada uma ZPE - Zona de Processamento de Exportações – distrito industrial para a instalação de empresas voltadas essencialmente para o mercado externo. Além da ZPE, haverá área de Livre Comércio (ALC).
DESAFIOS E OPORTUNIDADES
TERMINAL AUGUSTO SEVERO
Em breve, Natal terá um novo aeroporto (crédito: Rodrigo Reis / Pulsar) ampliar O potencial esportivo de Natal é irregular. Já teve um representante (o América) na elite do Brasileirão, em 2007, mas não durou uma temporada. A condição mais recente é fraca, com dois times na série B do Brasileirão. Estes sequer conseguiram chegar às finais do Estadual de 2009, disputado entre dois times do interior, com público e renda muito baixos.Mas, em 2007, o jogo do América contra o Flamengo, pelo Brasileirão, teve 32 mil pagantes, com renda de R$ 517 mil e ingresso médio de R$ 16 para uma carga de 32.200 ingressos. Ou seja, casa cheia. Contra o Corinthians, foram 17 mil pagantes, renda de R$ 265 mil e ingresso médio de R$ 15. Os números indicam a existência de um potencial, se os times locais estiverem bem posicionados no certame nacional.
ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE
O Rio Grande do Norte conta com oito rodovias federais, que totalizam 1.350 km. É considerada a segunda melhor malha do Nordeste (perdendo apenas para que a BR 101 é o grande referencial, já que é a maior rodovia do Brasil, ligando Touros, no RN a Osório, no RS. Outra rodovia que facilitará turistas regionais é a BR 304, que liga Natal a Fortaleza, passando por Mossoró, a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte. Já a BR 226 liga Natal ao Seridó.
No quesito mobilidade urbana, Natal sofre algumas limitações. Dispõe de um sistema de trem urbano, com 38 km de extensão, onze estações e capacidade para transportar 4 mil passageiros por dia. Apesar dos números a qualidade tem sido considerada insatisfatória.
Outro desafio a enfrentar é o problema do congestionamento: a frota atual de automóveis passa de 260 mil veículos e mais 2.500 são emplacados a cada mês. O sistema de transporte coletivo por ônibus tornou-se obsoleto e não atende às necessidades atuais. Encontra-se em estudo uma licitação para a reestruturação completa do sistema. Outro problema crítico é o estacionamento na via pública, restringindo as faixas de rolamento.
Entre as ações planejadas para melhorar a mobilidade urbana estão o Projeto de Modernização e Expansão do Sistema de Trens Urbanos de Natal; implantação do Eixo de Integração Zona Oeste-Zona Sul; implementação do Sistema de Transporte Rápído de Natal – Fase 1; implantação do corredor turístico cultural; implementação do Sistema de Transporte Rápido de Natal – Fase 2 e melhorias na infraestrutura urbana das cidades que integram a Região Metropolitana.
INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA
O aeroporto internacional da cidade, Augusto Severo, localiza-se no município limítrofe de Parnamirim, região metropolitana de Natal, conta com 6.224 m de pistas para pousos e decolagens e comporta 25 aeronaves, mas já não atende à demanda de 2 milhões de turistas/ano, entre brasileiros e estrangeiros que acorrem à cidade.
Um novo aeroporto está em fase inicial de construção, o Aeroporto Internacional da Grande Natal/São Gonçalo do Amarante, situado no município de mesmo nome, distante 11 km do centro de Natal. Projetado para ser um aeroporto intermodal (passageiros e cargas), o complexo terá a maior pista de pouso do Nordeste e tem a pretensão de ser “o maior terminal da América Latina”.
O complexo, em fase de construção, está incluído no Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal. Como será o maior aeroporto de cargas da América Latina, está sendo criada uma ZPE - Zona de Processamento de Exportações – distrito industrial para a instalação de empresas voltadas essencialmente para o mercado externo. Além da ZPE, haverá área de Livre Comércio (ALC).
DESAFIOS E OPORTUNIDADES
Natal está numa posição privilegiada em relação à Europa, o que é uma vantagem competitiva para o turismo. Com o novo aeroporto, Natal superará as carências de transporte para atender ao substancial acréscimo de movimento com a Copa. O desafio é concluir o aeroporto até 2014.
Outro grande desafio de Natal, como das demais cidades brasileiras é solucionar suas carências de infraestrutura urbana, comprometendo, principalmente, a mobilidade urbana. Mas o maior desafio é revitalizar o futebol do Rio Grande do Norte para proporcionar rendas mais elevadas, capazes de dar sustentação econômica ao investimento na Arena das Dunas.

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